Wedding Day – As minhas impressões

Ainda estão com paciência para ouvir mais sobre o Wedding Day? Apesar de demorar, acho super importante fazer este post com as impressões pessoais que eu tive do evento. Vamos passear mais um pouco pela feira?

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Para começar, como disse no primeiro post, achei bem legal o formato da feira. Sem as comuns divisões por stands. Acho que dá para os visitantes terem uma visão geral do evento e buscar facilmente pelo que mais lhe chamam atenção. Mas ao passear pelos espaços vi que eles estavam nucleados: fotógrafos para um lado, cerimoniais em outro, ateliê em outro, e assim sucessivamente. Ideologicamente esta seria a forma mais organizada de ser fazer a feira, mas vi algumas complicações: uma noiva me relatou que ficou com vergonha de visitar e fazer orçamento em todos os fotógrafos, porque eles estavam simplesmente um ao lado do outro, sem paredes dividindo os ambientes. Outro problema que encontrei foi no corredor em que estavam as gráficas e conviterias, detalhes, estava também a Caramella com seus deliciosos bem casados e uma empresa com drinks. Tinha hora que era simplesmente IMPOSSÍVEL passar por lá, tumultuava, fechavam os espaços e ficávamos presas e cheguei a demorar 10 minutos para conseguir passar pelo corredor esbarrando e pedindo licença. Me senti em um show pop bem próximo ao palco, não era confortável. Em contrapartida haviam espaços que ficaram praticamente vazios, o fluxo era muito menor. Acho que mesclar fornecedores que habitualmente recebem mais visitas (que geralmente são os que envolvem comidas e bebidas) com outros que recebem menos seria uma opção mais proveitosa pensando no conforto de quem visita.

Outro detalhe que senti era alguns lugares com falta de informação ou informação insuficiente. Senti isso quando fui procurar o fornecedor responsável pelos bolos dos stands de decoração. Acho que quando existem ambientes em feiras que envolvem mais de um fornecedor deveria ter um porta-retrato na lateral com a descrição dos fornecedores, do tipo: Decorador: João, Doces: Maria, Formas dos doces: José, etc. É importante lembrar que a feira serve para isso, para dar visibilidade e reconhecimento ao fornecedor, e não para fazer o cliente ficar desesperado procurando por quem realizou aquele serviço. É impressionante que isso ainda não tenha sido difundido por aqui.

A mesma questão da informação eu senti também com os fornecedores. Alguns não fizeram informativos sobre o trabalho realizado especialmente voltados para os noivos. Porque só de olhar sabemos o que é, por exemplo, uma cafeteria, entendemos o serviço executado, mas qual seria o serviço em festas e casamentos? É preciso pensar que muitas noivas não são extrovertidas, não gostam tanto de conversar, chegar, perguntar, sentem vergonha da interação (falo porque eu era assim), e gostam de depois chegar em casa e “estudar” todas as novas informações que recebeu. É preciso que o fornecedor que gasta tanto para estar em uma feira abrace o maior número possível de clientes.

A dificuldade de conseguir informações se estendeu também para o site do evento. Tinham lá as logos dos fornecedores que iriam participar da feira, e inclusive links nos nomes dos mesmos. Só que ao clicar no nome, ao invés de ser de ser redirecionado ao site do fornecedor ou à um link com informações, era aberto uma nova página dentro do mesmo site somente com o nome do fornecedor. A gente deve pensar que quando a feira não possui guia que é entregue aos visitantes, o site deve ter todas essas informações completas, porque é lá que vai ser feita a procura em caso de dúvida.

Queria dizer que apesar dessas “ressalvas”, para mim a feira foi a melhor de todas as que visitei até hoje em Uberlândia. Bem focada em casamentos, com profissionais de fora da cidade, trazendo novos produtos e possibilidades, muito cuidado com os detalhes. Muito bem executada e espero que ela passe a ser um evento fixo da cidade.

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-Greta Cauê:
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-Ateliê Vera Mendes:

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-Ateliê da Noiva (para quem não se lembra meu -LINDO- vestido foi de lá e super indico a empresa):

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-Minha super surpresa da feira, com meu mini álbum pronto. Ainda não tinha visto e confesso que fiquei chorosa com o lindo resultado. Em breve vou postar o álbum oficial aqui para vocês verem.SAMSUNG CSC SAMSUNG CSC SAMSUNG CSC SAMSUNG CSC

O meu grande queridinho da feira, que continuo falando até hoje, foi um lindo Vestido da Greta Cauê. Já postamos aqui no inicio do ano que a tendência para 2015 são vestidos com menos renda, e mais focados em tecidos especiais (não, você não tem que deixar de casar com seu  vestido de renda por causa disso!!!!), lembram? Como me casei com vestido de renda, parece que só ele faz a minha cabeça. E agora quando penso “se eu me casasse de novo (com o meu lindo marido), seria com um vestido assim…”:

preferido do blog

Ah, mais um detalhe que já ia deixando passar. Queria muito ter participado de todos os workshops,porque estavam muito interessantes. Mas devido ao meu horário de trabalho não pude. Cheguei a tempo de assistir o que eu mais queria: o da Cláudia Matarazzo. Achei que foi divertido, interessante. Descomplicado. Ela falou muito tranquilamente sobre casamentos, e passeou por vários temas e tipos sem maiores problemas.

Depois dela fiquei para assistir Roberto Cohen, cerimonial reconhecidíssimo no Brasil e no mundo, conhecido por realizar os casamentos mais caros do Rio de Janeiro. O currículo dele não é brincadeira, e não é atoa que ele é referência em “fazer bem”. Mas assistindo o workshop fiquei ligeiramente decepcionada. Ele foi extremamente crítico ao que “foge” do que ele gosta e acha ideal. Defendeu o “quadradinho” do que já é aclamado, defendeu que devemos contratar fornecedores que já trabalham juntos, disse que as noivas “dele” só usam bouquêts brancos, que não colocam (de jeito nenhum) naked cake, que segundo ele é absurdo ser usado durante a noite, e depois de muitos “não faço assim”, soltou o fatídico: “quando a minha noiva quer fazer alguma coisa muito fora do padrão eu a oriento: você só irá casar essa vez. Você quer arriscar ou quer fazer como já sabemos que dará certo?”. Aí não deu para mim gente! Eu levantei de deixei o workshop, porque isso é exatamente o oposto do que penso, prego e falo no blog. Acho que o casamento é dos noivos, e se eles quiserem ter cisnes de gelo eles tem o DIREITO de ter. O cerimonial pode orientar, direcionar, mas NUNCA pressionar. Então respeito o profissional que ele é, respeito o espaço que ele conquistou, mas me reservo ao direito de pensar diferente sobre casamento.

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