Lua de Mel em Buenos Aires

E finalmente vamos falar de uma das partes mais deliciosas de casar?

Não resta dúvidas que a Lua de Mel é um momento muuito especial, porque depois de todo tumulto, toda adrenalina, todo stress que direta ou indiretamente o casamento acaba causando, o momento da viagem é como se fosse um oásis à dois! E eu estava literalmente contando os minutos para embarcar!

Tudo tinha sido pensado antes. Como Buenos Aires é um destino tradicional do brasileiro, e muitas vezes (como no meu caso) mais barato que a maioria das viagens nacionais, já tinha pegado dicas com todos os nossos amigos que tinham passado recentemente por lá. Uma prima do Luiz foi muuito querida e na véspera do casamento nos levou um guia que ela tinha usado na viagem dela e várias dicas de restaurantes e bares legais na capital argentina. A gente tentou fazer um roteiro do que queríamos ver, mais confesso que quando chegamos lá foi meio falhado e improvisamos muito.

No dia da viagem estávamos baquiados. Eu peguei uma virose pós casamento (aliás eu, meu pai, minha irmã, minha amiga/madrinha) e no domingo já comecei a sentir o peso dos sintomas: febre, mal estar, dor no corpo, diarreia e vômito. O Luiz ainda abalado pelo porre do casamento, comendo só sopa e hidratando muito. Parecia surreal que íamos conseguir viajar mas fomos mesmo assim (qual era a segunda opção? Não tinha né?). A base de dramim passamos por Brasilia, São Paulo e finalmente embarcamos para BAires. A viagem foi especialmente curta, e o tempo de espera nos aeroportos também. Saímos de Uberlândia 8 horas da manhã, e as 3 da tarde (lembrando que lá estava com 1 hora a menos) desembarcamos em Buenos Aires.

Já tínhamos fechado no pacote com a agencia de turismo não só o seguro viagem, mas também o transfer de ida e volta do aeroporto. Achei importante pela comodidade e tranquilidade. Imagina chegar em uma cidade desconhecida, que fala uma língua desconhecida e ainda ter que ficar procurando transporte e preocupado se são (ou não) de confiança. Lua de Mel não é período de arriscar, e se você puder minimizar os riscos, melhor.

O check in no hotel foi super facilitado e os funcionários muito tranquilos e nós fomos muiiiiito bem tratados, quando falamos que estávamos de lua de mel (luna de miel por lá) ganhamos um upgrade no quarto. Estávamos bem mortos mas também empolgados, e queríamos já abrir com chave de ouro e começar com um jantar em Porto Madero. Mas pós banho, quando estávamos arrumando, percebemos que a bateria já estava no vermelho, e decidimos jantar no primeiro dia no restaurante do hotel, que também era bem recomendado.

Ainda no avião, como eu disse "carinhas inchadas e corpinhos cansados rumo à Lua de Mel"

Ainda no avião, como eu disse “carinhas inchadas e corpinhos cansados rumo à Lua de Mel”

Já no carro rumo ao hotel

Já no carro rumo ao hotel

Da janela do carro nosso olhar de BAires

Da janela do carro nosso olhar de BAires

Rua lateral do nosso hotel

Rua lateral do nosso hotel

Primeira visão do hotel

Primeira visão do hotel

Recepção do hotel no momento do check in

Recepção do hotel no momento do check in

O elevadorzinho super charmoso retrô! Primeira vez que entrei fiquei com medo, depois percebi que ele foi todo reformado e a parte de maquinário é nova, mas mantiveram o ar antigo. Amei!

O elevadorzinho super charmoso retrô! Primeira vez que entrei fiquei com medo, depois percebi que ele foi todo reformado e a parte de maquinário é nova, mas mantiveram o ar antigo. Amei!

As escadinhas de ladrilhos. O hotel era uma gráfica super antiga que foi reformada e adaptada para virar um hotel.

As escadinhas de ladrilhos. O hotel era uma gráfica super antiga que foi reformada e adaptada para virar um hotel.

Já no nosso quarto...

Já no nosso quarto…

 

... Era enorme e super espaçoso, e dava vista para uma das catedrais da cidade!

… Era enorme e super espaçoso, e dava vista para uma das catedrais da cidade!

Gente, como é difícil chegar em um restaurante em uma cidade nova. Eu e o Luiz gargalhávamos com a quantidade de coisas erradas que falávamos, e com o abuso do portunhol. Era vergonhoso mas muuito divertido! A primeira diferença que vimos é que lá em todos os restaurantes tem uma entrada, que custa entre 20 e 40 pesos (6 a 10 reais) e varia de pãezinhos murchos com manteiguinhas, até um mix de pães, torradas e massas com alguns molhos. É obrigatório, tipo um 10% de lá. Mas na hora do pagamento da conta você tem que dar também o que lá eles chamam de ‘propina’, que seria o 10% daqui. Não vem na conta e você dá em dinheiro quanto quiser. Em média é 10%, mas se você dá em reais ou em dólares pode dar até um pouco menos – e eles vão ficar bem mais satisfeitos.

Eles quase nunca bebem cerveja e tudo que eles bebem é acompanhado de água com gás. Quando pedimos uma Quilmes, logo no primeiro dia, a garçonete ficou olhando com estranheza. Acho que porque brasileiro quando vai para lá abusa do vinho.

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Tem outra coisa, os pratos principais são enormes! Lá eles comem muito bem, e é tudo muito exagerado. Eu por exemplo não consegui comer 1/3 do meu prato, e passei vergonha deixando quase tudo. Então se você come pouco, vale a pena pedir alguma coisa menor, e dividir o prato com o parceiro.

O nome do restaurante é Aldo’s, a comida é deliciosa, e o atendimento muito bom. Como era nosso primeiro dia e era cômodo, valeu super à pena. Mas depois comparando com os outros restaurantes foi o que pagamos mais caro, e talvez comemos menos. Então, se fosse para escolher, com certeza iria para um dos restaurantes mais famosos da cidade – comeria mais e pagaria menos!

Amanhã conto um pouco do city tour e dos 3 primeiros dias na capital portenha. Caso alguma noivinha que acompanha o blog esteja organizando alguma viagem para lá, tiver dúvidas, pode perguntar! O que eu souber, será um prazer ajudar!

PS: O último post será com dicas gerais da cidade, como que tipo de dinheiro levar, quanto vale o peso em reais, em dólares, os melhores passeios, o que evitar e algumas gafes que fizemos lá, para ajudá-los!

Comments
One Response to “Lua de Mel em Buenos Aires”
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  1. […] bem pessoal: queria muito conhecer a neve, e em janeiro seria verão, ou seja, sem neve. Fomos pra Buenos Aires e não nos arrependemos. Foi a viagem da vida, super romântica, com restaurantes MARAVILHOSOS. […]



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